Pages Navigation Menu

Consultor e Palestrante

A Paz é a Nossa Missão

https://www.youtube.com/watch?v=tAfCeCtjOi8

A simulação possibilitada pela tecnologia hoje disponível — e pelo talento de quem a domina, como a companheira Siomara Castro, a quem agradeço pelo vídeo — nos permite especular qual seria a resposta de nosso fundador à simples pergunta: até quando o Rotary será necessário.

Anos atrás, tive contato com um texto atribuído a Paul Harris em que, diante da pergunta ‘Até quando o Rotary deverá existir’, sua resposta teria sido: ‘Enquanto existirem dois homens na face da Terra, o Rotary será necessário.’

Como não há uma fonte confiável que confirme esse episódio, opto por deixar que minha imaginação flutue a respeito.

É fato que, desde o relato bíblico dos dois irmãos Caim e Abel, sabemos o quanto as pessoas tendem a se deixar levar por pequenos desentendimentos que podem resultar em conflitos.

Há quem tome atitudes sem levar em conta uma das indagações da Prova Quádrupla: ‘Criará boa vontade e melhores amizades?

A exitosa campanha de proteção da população contra a infecção causada pelo poliovírus, por meio das campanhas de vacinação em massa, demonstra a força das ações de defesa da sociedade contra os males que a afligem.

O Rotary é uma rede global formada por mais de 1,2 milhão de líderes comunitários, amigos e vizinhos que enxergam um mundo onde as pessoas se unem e entram em ação para promover mudanças duradouras em si mesmas, em suas comunidades e no mundo todo.

Mais se beneficia quem melhor serve’ é mais que um lema para nós; é a compreensão dos resultados de uma atitude que constrói pontes que aproximam, em vez de muros que separam.

Na vida, assim como na eventualidade de uma despressurização em aviões, devemos colocar primeiro a máscara de oxigênio em nós mesmos. Da mesma forma, o Rotary propõe que promovamos mudanças duradouras em nós, para então levá‑las à comunidade e ao mundo como um todo.

O motivo pelo qual sou grato ao Rotary por todas as oportunidades que me foram proporcionadas — como esta imerecida, porém honrosa titulação de Patrono desta Conferência — foi a descoberta que fiz, pelas mãos do saudoso companheiro Eliseu D´Angelo Visconti Neto, de que Rotary se trata de uma organização dedicada a apoiar ações voltadas à construção da paz e da compreensão entre as pessoas. Obrigado, Eliseu, pela descoberta que fizemos logo na primeira semana de minha admissão.

Vitória Padrão, em sua mensagem de abertura do período 2001–2002, referindo‑se aos rotarianos, afirmou: ‘Nada é mais forte do que o coração de um voluntário.’ Essa afirmação, feita pelo personagem de um filme sobre um grande acontecimento da Segunda Guerra Mundial, serve bem para exemplificar o que acontece com os rotarianos e seus familiares — pessoas especiais que, mesmo ocupadas com seus afazeres profissionais e empresariais, encontram sempre oportunidades para trabalhar pela paz e pela compreensão entre os homens. Por isso, é bastante apropriado dizer: ‘Nada é mais forte do que o coração de um rotariano’, assim disse Vitória.

Se fomos capazes de erradicar a pólio, faço a todos nesta Conferência a seguinte indagação: seremos capazes de ousar e assumir a paz como nossa missão?

A campanha mundial End Polio Now se aproxima do alcance de sua meta, e o envolvimento de todos os Rotary Clubs encoraja a proposição de um programa mundial que venha a suceder, com igual êxito, o que foi realizado até aqui.

Em nossa interpretação, Paul Harris teria afirmado, em um de seus pronunciamentos: ‘Enquanto existirem dois homens na face da Terra, o Rotary será necessário.

A construção da paz requer o empenho e o envolvimento de organizações como o Rotary e de líderes que têm o pensamento, as palavras, as ações e o coração fortes, como os rotarianos.

O Rotary sempre esteve atuante em favor da paz, especialmente desde a criação da Organização das Nações Unidas e, nos últimos tempos com a formação dos contingentes de Bolsistas Rotary para a Paz, e assim, dedicar seus esforços a essa causa demonstrará coerência institucional.

Assim, companheiro governador Claudinei  Magalhães, companheiro governador Wagner Massoca, representante do presidente Francesco Arezzo, estimadas companheiras e companheiros aqui presentes, permito‑me usar deste momento memorável para lançar a proposta, e que ela possa chegar, pelas vias próprias, ao Conselho de Legislação de 2028, no sentido de que o Conselho Diretor do Rotary International aprecie e aprove o Programa Mundial A Paz é a Nossa Missão, e que tal programa venha a suceder o End Polio Now.

Tal como a Fundação Rotária levou um considerável tempo para sua consolidação; tal como o ingresso da mulher em Rotary levou décadas para acontecer; tal como o empenho de Rotary na causa ambiental contou com um hiato entre o programa Preserve o Planeta Terra, do saudoso companheiro Paulo Viriato Corrêa da Costa, e a relativamente recente adoção da sétima área de enfoque, a proposta de assumir a paz como nossa missão há de levar o tempo que for necessário para sua assunção institucional.

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Assim seja. Assim será!

Sempre é oportuno lembrar: foi no solo fértil e generoso deste Distrito que o Rotary foi implantado, em 1923, de forma pioneira entre todos os povos de língua portuguesa, com a criação do Rotary Club do Rio de Janeiro, daqui se disseminando por todo o Brasil e pelos demais países lusófonos.

É, portanto, apropriado que façamos daqui surgir a proposta de assumir a paz como nossa missão.

Sejamos construtores, verdadeiros embaixadores da paz em nossos lares, em nossa atividade profissional ou empresarial, em nossos clubes, em nossa comunidade e no mundo como um todo. Como um eterno aprendiz, acreditem, adoto a cada dia a Prova Quádrupla como meu norte e me empenho em fazer a minha parte, por mais modesta que seja, nessa construção que nunca estará completa — como as obras do arquiteto catalão Gaudí.

Muitos sabem o quanto valorizo a cultura como abertura ao novo e, como fonte de inspiração, costumo me valer de poesias e versos de canções. Para manter a tradição, lembro, ao terminar, nosso eterno Gonzaguinha.

O que vou narrar é fato real. Sua filha, Nanan Gonzaga, conta que o poeta compôs O Que É, o Que É? em parceria com seus fãs. Nanan relata que Gonzaguinha pediu que lhe enviassem cartas respondendo a uma única pergunta: ‘O que é a vida para você?’ A partir dessas respostas — cartas que existem até hoje — ele foi construindo a canção.

A parte mais comovente dessa história é que a carta de que Gonzaguinha mais gostou tinha caligrafia infantil e falava de coisas simples: andar de bicicleta, tomar sorvete, viver pequenas alegrias. A criança concluía dizendo que não sabia exatamente o que era a vida, mas sabia que ela era bonita.

É por isso que Gonzaguinha inicia a canção afirmando: ‘Eu fico com a pureza da resposta das crianças.’ Ele celebra a alegria de viver, a coragem de ser feliz e a beleza de permanecer um eterno aprendiz — mesmo reconhecendo que a vida poderia ser melhor, sem deixar de afirmar que, apesar de tudo, ela é bonita

E eu concluo deixando uma indagação final: E a Paz o que é para você?

Obrigado.

Caxambu, 15 de maio de 2026

Apresentação levada a cabo pelo Companheiro Bemvindo Augusto Dias, precedendo o discurso na condição de Patrono da Conferência do Distrito 4571 em maio de 2026 em Caxambu, MG.

Na Tribuna, Bemvindo Augusto Dias Associado representativo do Rotary CLub do Rio de Janeiro -Tijuca, ocupante da Classificação Seguros – Consultoria, Governador 1991-1992 do Distrito 4540 e há 30 anos no Colégio de Governadores deste Distrito.

Estimadíssimo governador Claudinei de Barros Magalhães, em nome de quem saúdo a todos que compõem a mesa diretora e aos participantes desta Conferência.

Querida coordenadora distrital das Casas da Amizade, governadora Alcione Maria Giannico de Araújo Viana, através da qual saúdo as integrantes das Casas da Amizade e senhoras presentes.

Prezado representante do presidente do Rotary International, governador Wagner Osmar Aparecido Massoca e esposa Silvia Moreto Massoca.

O governador Claudinei me deu a honra desta apresentação, o que agradeço por sua deferência e pela marcante amabilidade.

Geralmente apresentamos currículos formais sobre o homenageado. Peço a compreensão de todos, pois vou apresentar o Patrono desta Conferência, Joper Padrão do Espirito Santo, de forma extremamente diferente, usando a inteligência emocional, já que se trata do meu melhor amigo.

Joper nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no bairro Penha Circular, numa família humilde, mas com conceitos de ética e respeito ao próximo, que calou o seu coração e formou o seu caráter.

Como ele costuma dizer, né Vitória? Sou filho de Dona Mercedes e do Seu Zé. Meu nome JOPER vem da sigla do nome do meu pai: José Pereira. Bem criativo, como diz.

O que os seus pais não imaginavam é que aquele menino seria um homem diferente, com qualidades humanísticas de elevada diferenciação.

Na rua ele cumprimenta a todos, mesmo não sendo cumprimentado, mas com a certeza de que seu gesto de amor talvez possa ser o único que a pessoa ouvirá naquele dia.

Nas conversas, chama atenção com a sua humildade, perguntando detalhes pessoais que grava em sua privilegiada mente e num momento especial ele destaca aquela pessoa, de forma invulgar.

Consegue se diferenciar até com uma criança, tirando a atenção e o sorriso que ele corresponde de forma absolutamente normal e sempre respeitosa.

Através dos seus esforços, tendo como base uma infância e juventude difícil, graduou-se em Economia e Finanças e em Ciências Contábeis, com MBA em Gestão de Negócios. É pós-graduado em Gestão Estratégica.   

Esta fé inabalável no valor do ser humano o faz apresentar trabalhos, apresentações e palestras motivacionais sobre qualquer assunto e que encanta àqueles que o assistem e depois, se não for rotariano, ele logo fala sobre Rotary.

Entrega o seu cartão, dá um jeitinho de pegar o contato da pessoa e daí inicia um longo trajeto de divulgação da nossa organização.

Por isto, hoje tem 66 afilhados no Rotary Tijuca, sendo classificado no nível OURO, na Sociedade de Desenvolvimento do Quadro Associativo.

É idealizador do Projeto de Certificação de Líderes Multidimensionais. Autor consagrado, com vários livros editados. Hoje, nesta Conferência e na sala reservada à ABROL Rio, lançou mais um livro: Jubileu de Prata da Equipe Padrão – A Humanidade é a Nossa Missão.

Evidenciando o nível de sua cultura e intelectualidade, um verdadeiro polímata, participa de cinco Academias de letras e ciências; é palestrante; tem um site onde disponibiliza ricas mensagens de reflexão, inclusive para mútua interação.

Carrega a força, a determinação e a resiliência em superar todo e qualquer obstáculo. Como ele diz, “sou um sobrevivente da vida urbana e nem por isso odeio àquele que me causou mal”.

Dirigiu a Prece – Previdência Complementar e a CEDAE – Cia. Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro. Atua como voluntário em organizações não governamentais, sendo membro titular do Conselho de Administração da Revista Rotary Brasil.

É associado representativo do Rotary Club do Rio de Janeiro – Tijuca, na classificação Planejamento Estratégico – Consultoria. Foi governador 2001-2002 do Distrito 4570, hoje 4571, do Rotary International. Associado honorário em vários clubes.

Quando ele fala sobre o bairro da Tijuca, seu semblante muda e a todos encanta, pois é um historiador profundo, além de mostrar o quanto ama o bairro que adotou. 

Com brilho nos olhos semeia a bondade e a solidariedade que são atitudes de doçura em suas ações e que encanta a sua alma e se estende aos amigos, levando a vida com leveza.

Vitória Maria Bastos Padrão do Espirito Santo, esposa de Joper e aqui presente, registrou seu pensamento há anos no site Mundo dos Pensamentos: “Paz: devemos procurar dentro de nós mesmos para que possamos transmiti-la aos demais e, com a troca dessa energia, conseguirmos alcançá-la verdadeiramente”.

Joper faz questão de pavimentar a estrada da paz.

É um verdadeiro promotor da paz e pelo respeito à dignidade humana, tendo como objetivo deixar um planeta melhor para as gerações futuras.

Este é o meu… e o nosso amigo: Joper Padrão.

468 ad

23 comentários

  1. Parabéns meu amigo! Excelente reflexão, como de costume.

    O rotariano deve ter sempre a paz como propósito, e testar diariamente a prova quádrupla. um desafio e tanto!

    Um forte e caloroso abraço, amigo!

  2. Caro amigo Joper. Compartilho do seu pensamento sobre a Paz e que o Rotary International, com a sua sabedoria irá aplicar como um Programa: A Paz é a Nossa Missão
    Parabéns por sua apresentação na Conferência Distrital e rumo a mais um esfusiante programa a ser compartilhado pelo mundo rotário e envolvendo todas as pessoas do nosso planeta.
    Obrigado por apresentar a minha saudação que lhe fiz de forma bem pessoal.
    Forte abraço e sempre juntos.

  3. Parabéns pelo lindo texto amigo cp.
    Sim, o Rotary é necessário.

  4. Prezado Companheiro Joper Padrão,
    É com profunda emoção, respeito e espírito de companheirismo que me dirijo a você para expressar minha gratidão e compartilhar minhas reflexões sobre o magnífico pronunciamento proferido em Caxambu. Ser mencionada em suas palavras — especialmente no que tange à união entre a sensibilidade humana e os recursos tecnológicos que hoje dominamos — é uma honra que guardo com carinho em minha trajetória no Rotary e na educação.
    Como educadora e gestora pública, acostumada a mediar o aprendizado e a planejar caminhos para o futuro, enxergo em seu discurso não apenas uma peça de retórica brilhante, mas um verdadeiro plano de diretrizes humanitárias para a nossa organização.
    Abaixo, compartilho uma análise estruturada e carinhosa dos pontos que mais tocaram meu coração e que, do ponto de vista pedagógico e administrativo, considero fundamentais para o nosso Distrito e para o Rotary International.
    1. A Tecnologia e a Imaginação a Serviço da Memória
    A simulação que tivemos a oportunidade de construir por meio do vídeo não é apenas um exercício de criatividade técnica; é uma ferramenta didática de preservação histórica. Trazer a figura de Paul Harris para o presente nos força a confrontar a essência do nosso propósito.
    Mesmo sem uma fonte documental estrita para a frase “Enquanto existirem dois homens na face da Terra, o Rotary será necessário”, a sua escolha de deixar a imaginação flutuar resgata o papel da utopia realizável. Na educação, ensinamos que a imaginação é o primeiro passo para a transformação da realidade. No Rotary, ela é o motor dos nossos projetos.
    2. A Pedagogia da Paz: Da Máscara de Oxigênio ao Impacto Global
    Sua analogia com a despressurização dos aviões é de uma clareza didática extraordinária. Muitas vezes, na pressa de servir ao outro, esquecemo-nos de que a transformação duradoura começa de dentro para fora.
    O Eu: O autoaperfeiçoamento e a prática diária da Prova Quádrupla.
    O Nós: A consolidação de laços de amizade e boa vontade em nossos clubes.
    O Mundo: A irradiação dessas atitudes para a comunidade global.
    Essa visão pedagógica reforça que o Rotary é, antes de tudo, uma escola de liderança ética e de paz interior.
    3. “A Paz é a Nossa Missão”: A Sucessão Histórica do End Polio Now
    Como gestora, compreendo perfeitamente a necessidade de planejarmos a transição de nossas grandes metas. A campanha End Polio Now nos provou que somos capazes de mover montanhas e erradicar uma doença da face da Terra. A proposição de que o programa mundial sucessor seja focado na Construção da Paz é de uma coerência institucional irretocável.
    Assim como a inclusão das mulheres e a adoção da sétima área de enfoque (o Meio Ambiente) demandaram tempo e maturação, a proposta de levar o programa “A Paz é a Nossa Missão” ao Conselho de Legislação de 2028 respeita o tempo histórico das grandes ideias. Apoiá-la é um dever de quem enxerga o Rotary como um organismo vivo e em constante evolução.
    4. A Pureza de Gonzaguinha e o Olhar da Educadora
    O fechamento de sua mensagem com a história de Gonzaguinha e sua filha Nanan tocou profundamente minha alma de professora. Ao longo de décadas no magistério, com crianças da Educação Infantil ao Ensino Fundamental, aprendi que a resposta mais pura é, de fato, a que vem da infância.
    A caligrafia infantil que inspirou o poeta nos lembra de que a vida, em sua essência, é feita de coisas simples e bonitas. A paz, portanto, não deve ser vista apenas como a ausência de guerra ou como um tratado geopolítico complexo, mas como o direito de cada criança andar de bicicleta, tomar sorvete e viver pequenas alegrias sem medo do amanhã.
    Resumindo: O que é a Paz para mim?
    Respondendo à sua indagação final, companheiro Joper:
    Para mim, a Paz é o solo fértil onde a educação pode florescer.
    É a garantia de que nossas crianças terão um caminho seguro para ir à escola, um ambiente acolhedor para aprender e um futuro livre para sonhar. A paz é a tradução prática do lema “Mais se beneficia quem melhor serve”, aplicada no silêncio de nossas salas de aula, na segurança do transporte escolar que gerimos e no abraço fraterno de nossos clubes de Rotary.
    Parabéns pela brilhante condução como Patrono. Seguimos juntos, como eternos aprendizes, tijolo por tijolo, edificando essa obra inacabada de amor e compreensão humana.
    Com profunda admiração e carinho,
    Siomara Castro
    Gestora de Transporte Escolar, Educadora e Companheira de Rotary

  5. Caríssimo Companheiro Joper Padrão,
    ​Em nome do Rotary Club do Rio de Janeiro Tijuca, expresso nosso profundo orgulho e gratidão por sua brilhante e emocionante condução como Patrono da nossa VII Conferência do Distrito 4571, em Caxambu.
    ​Sua sensibilidade ao resgatar o pioneirismo do nosso distrito e ao conectar a complexa construção da paz global com a pureza e a simplicidade da resposta de uma criança tocou o coração de todos os presentes neste último dia 15 de maio. O paralelo entre o tempo das grandes conquistas rotárias e a nossa missão pela paz nos trouxe uma profunda reflexão, renovando nosso compromisso com a Prova Quádrupla neste ano rotário de 2025-2026.
    ​”E a Paz o que é para você?”
    ​Sua indagação final ecoará em nossas ações na Tijuca e em todo o distrito. Obrigado por ser, com sua sabedoria e cultura, esse eterno aprendiz que tanto nos inspira a criar esperança e construir um mundo melhor.
    ​Um forte e caloroso abraço rotário,

    Márcio Oliveira Rocha
    ​Presidente do Rotary Club do Rio de Janeiro Tijuca
    2025-2026

  6. De Alexandre Melilo (via WhatsApp): Meu amigo, só agora tive a oportunidade de ler seu texto. Magnífico, você não cansa de me surpreender. Aliás, a surpresa, principalmente boa, enriquece nossas vidas. Sigamos em frente! “End Wars Now!”

  7. De Nahid Chicani (via WhatsApp): Caro Governador Águia Real Joper, excelente como sempre.

  8. Caríssimos e estimados Companheiros Governadores Claudinei Magalhães, Pedro Dalbone, Joper Padrão, Bemvindo Augusto Dias e Alcione !
    A Conferência “União Pela Paz” ficará marcada em nossos corações. O carinho com que Silvia e Eu fomos acolhidos pelo Distrito 4571 reflete a imensidão do companheirismo em nossa organização, e a grande felicidade de transformarmos cada contato em grandes laços de amizade.
    Mais uma vez, nosso muito obrigado e nossa eterna gratidão !!!

    • Joper e um ser unico – humanista com uma visao ampla de seu entorno. Descobri isto quando fiquei encantado com sua aproximacao e interesse com minha neta Lorena de 16 anos com sindrome de dawn. Sua proposta de nova bandeira para rotary – paz – seguindo aquela da polio e historica, oportuna e necessaria. Somente um estadista como Joper poderia propor isto. Me encantou saber detalhes do perfil de rotary em sua tragetoria. Parece que a Providencia coloca um Joper para impulsionar e corrigir o destino da humanidade. Vida longa para Joper

  9. Joper.
    Que beleza o seu texto, sobre o Rotary e sobre a paz, tão almejada.
    Parabéns também pelo belo número de associados que você trouxe para a nossa Instituição.
    Grande abraço fraterno.

  10. Prezado Confrade Joper,
    Gostaria de parabenizá-lo expressamente pelo seu brilhante texto.
    Você se mostra um verdadeiro promotor da harmonia e do respeito à dignidade humana. É um privilégio acompanhar e compartilhar de uma visão tão nobre e humanitária.
    Parabéns pelo excelente e relevante trabalho!

  11. Excelente e profundo meu grande amigo!

  12. De Sérgio Afonso Barbosa da Silva (via WhatsApp): Mais uma vez maravilhado com o seu correto e abrangente texto.
    Como tenho tido o privilégio de lhe acompanhar em algumas reuniões de Rotary, você já tinha me relatado parte desse texto.
    Só aprendo e me atualizo com as suas ótimas reflexões.
    É uma honra poder ser seu amigo.
    Parabéns

  13. Querido amigo Joper. Você lustra a natureza humana com exemplos extraordinários de generosidade, sensibilidade, carisma e compromisso com o próximo. Construtor da paz, você pensa grande a partir de pequenos sinais. Transforma vagas ideias em realidade contundente. Sua liderança extrapola as fronteiras da sua amada Tijuca – “Um bom lugar para se viver” – e ganha o mundo com a força da voz foete, coerente, sensata. O Rotary Club do Rio de Janeiro-Tijuca (o Bom Pra Valer), o Distrito 4571 de Rotary e o movimnento rotário como um todo ganharam reforço campeão quando você aceitou o convite de seu padrinho rotariano e se associou ao clube rotário. Nós, seus amigos e admiradores, ganhamos inestimável fonte de inspiração. Santo Agostinho, sempre presente em suas palestras e discursos, deixou a mensagem: “Palavras inspiram, exemplos arrastam. Você nos arrasta a cada dia, sob o manto da Prova Quádrula. Parabéns pela homenagem recebida e pelas sempre sábias palavras. Forte abraço.

    • Faço coro na mensagem do Companheiro Fernando Quintela. Parabéns a cada um.

  14. De Luciana Ferreira Nunziante Oliveira (via LinkedIn) Parabéns por continuar na missão de paz

  15. Amigo e Governador Joper Padrão da PAZ. Amigo, Pacifista, assim como eu tento ser melhor praticando os ensinamentos da Prova quádrupla, e confesso que vivendo num país com tantas injustiças, tantas desigualdades é uma missão Herculea, mas como a minha vida é pautada por Equilíbrio, paz, gratidão e fé, com perseverança crio forças para fazer valer. São vários assuntos que brilhantemente são narrados com muita competência nesse texto. Abraços ❤️

  16. Parabéns, Joper, pelo belo artigo.

    É muito gratificante ver um defensor da Paz como você defender este tema como prioridade no Rotary, principalmente agora em que vivenciamos tantas guerras insanas no mundo, onde milhares de pessoas estão perdendo a vida pela ambição de algumas pessoas.

    Parabéns também por ter sido Patrono da Conferência da Paz e por tudo que faz pelo Rotary.

  17. De Renata Camargo (via WhatsApp): Caro companheiro rotariano, ⁨Joper Padrão, a quem tanto admiro e respeito, que maravilha poder ler seu texto, refletir e poder dizer que não poderiam ter escolhido melhor pessoa para ser o Patrono da Conferência Distrital, você é exemplo, é inspiração, é sabedoria, é sensibilidade. E conte comigo para o Projeto da Paz , é tudo o que o mundo precisa, é tudo o que cada um de nós precisamos e é essencial para que possamos viver bem , sonhar e realizar para nós mesmos e para todos! Gratidão!

  18. De João Bau (via WhatsApp):
    Meu prezado amigo

    Fiquei encantado com a sua proposta de que o Rotary, instituicao tao prestigiada, lance um Programa Mundial com o lema A Paz e a nossa Missao. Uma ideia excelente que so poderia vir de uma pessoa como o meu amigo.

    Como ja lhe referi eu estive no cumprimento do servico militar obrigatorio (hoje ja extinto), 27 meses em Mocambique na guerra colonial. Embora as minha funcoes se centrassem nos objectivos da minha especialidade militar (“eng. de aerodromos” da Forca Aerra Portuguesa) e nao tivesse portanto (felizmente) qualquer participacao em accoes de combate vi e senti os horrores da guerra. E em Mocambique tinhamos o que hoje se designa por “guerra de baixa intensidade”, bem diferente das “guerras de alta intensidade” que as TVs nos mostram todos os dias. Destruicao e morte sao os efeitos da guerra. Todos os dias vemos, em nossas casas nos ecrans das Tvs, imagens terriveis que pela sua repeticao diaria ate podem contribuir para a sua “normalizacao”, para a sua aceitacao como algo de normal.

    Amigo Joper, para alem da destruicao de habitacoes, de fabricas, de infraestruturas essenciais, para alem da deslocacao forcada de milhares de pessoas, para alem do horror dos mortos e feridos (tantos deles mutilados para o resto das suas vidas) a guerra tem outro efeito terrivel, invisivel num primeiro olhar, que e o seu impacto nos combatentes. Penso que ninguem “sai”de uma guerra como entrou. O que viu de perto, o que nao viu mas sabe que ocorreu ali ao lado, o que por vezes foi compelido a fazer, causam traumas para o resto da vida. Poucos falam disso. Mas e a realidade.
    Na minha geracao aqui em Portugal quase todos passaram pelos horrores da guerra. Eu tinha por habito perguntar aos filhos (e sobrinhos) ds meus amigos e conhecidoa que tinham sido mobilizados o que e que os seus pais (ou tios) contavam da sua participacao na guerra. Meu caro Joper TODOS me respondiam que os seus pais nunca tinham contado nada!!!⁶
    Nao sera por acaso que nos movimentos pela paz, que ha anos tinham uma actividade significativa, apareciam sempre generais e almirantes. Recordo por exemplo aqui em Portugal o general Costa Gomes (que foi Presidente da Republica apos a revoucao do cravos) ou o Almirante Rosa Coutinho.

    Amigo Joper ±espero que a sua proposta tenha exito e que possamos vir a ter uma instituicao prestigiada como o Rotary a ter a paz como sua missao!

    Um abraco saudoso do
    Joao Bau

    Permita-me que volte ao texto que me enviou, para assinalar a sua apresentação (prévia à sua intervenção) feita por um seu grande amigo. Acheia-a muito “saborosa”, muito bem escrita para ser feita oralmente, e onde reconheci traços marcantes da sua rica personalidade. Várias vezes à medida que ia lendo pensei “sim, bem visto, isto é o Joper”. Mas também encontrei paragráfos onde enriqueci o meu conhecimento sobre si. Está de parabéns o autor da apresentação…e o orador que estava sendo apresentado.

    Permita-me que aqui recorde a minha ultima deslocacao ao Brasil, para participar num Congresso internacional onde aliás eu integrava quer a Comissao Organizadora quer a Comissao Cientifica.

    Realizou-se em Fortaleza. E eu prevendo que seria porventura a minha ultima viagem ao Brasil resolvi fazer um voo Lisboa-Fortaleza… mas com escala de um dia em RJ e outro em SP. Apenas para ver dois amigos, o Joper no Rio e outro, infelizmente ja falecido, em São Paulo. Recordo- me que jantamos e que o Joper ia seguindo e comandando uma delicada operacao de corte de abastecimento a um bairro de oficiais das Forcas Armadas…que se recusavam a pagar a água que consumiam.

    E refiro este episódio porque ao ler a sua aoresentacão, feita pelo seu grande amigo, eu disse para mim mesmo “Sim este é o Joper que me fez fazer uma escala no Rio…num voo Lisboa-Fortaleza.”

  19. De Ril Moura (via WhatsApp): Um ótimo dia. Presidente, mais um excelente texto.
    Você sempre está se superando. Grato e um abraço fraterno de saúde e paz.

  20. Em um mundo cada vez mais acelerado tecnologicamente, em que essa habilidade deveria ser voltada para beneficiar a humanidade, volta-se contra a mesma quando mobiliza recursos para o desenvolvimento de tecnologias de destruição em massa.
    Ter a paz como missão renova a esperança de um mundo mais humanizado, assim como ocorreu no passado, quando algumas pessoas dedicadas foram reconhecidas mundialmente pelo exemplo e trabalho com justiça, igualdade, harmonia, perdão e caridade.
    Que esta maravilhosa proposta seja bem acolhida pelo Rotary Internacional e inspire seus membros nas palavras de Madre Teresa de Calcutá: “O que eu faço é uma gota no oceano, mas, sem ela, o oceano seria menor”.

  21. Seu texto nos provoca a responder o que é a paz. E mais que isso: exige que busquemos algum consenso sobre esse significado para que possamos atuar como uma verdadeira equipe em Rotary.
    Como aprendi, e continuo aprendo, com Pierre Weil, querido amigo e fundador da UNIPAZ, que o conflito não é apenas inevitável: ele é necessário ao nosso crescimento. Precisamos estar com outras pessoas, em encontros, não apenas com os que comungam dos mesmos pontos de vistas. O encontro é sobretudo com quem pensa ou age diferente de nós. É esse contraste de ideias, posições e argumentos é que nos expande nos transcende.
    O conflito percebido por opositores não deve ser transformado em “conflito definitivo”. Quando isso ocorre, geralmente, entramos em espirais emocionais, de vaidade, intransigência que cristalizam posições acirradas e nos aprisionam.
    Esta estagnação cristalizada gera um apego, como um nó que não se desata.
    A partir daí, a escalada é previsível: a elevação do nível emocional , endurecimento, hostilidade e, em seu extremo, o desejo de eliminar o oponente no conflito.
    É assim que nascem as polarizações, as guerras: da incapacidade de mover-se de um ponto fixo, cristalizado do conflito.
    Pierre afirmava que a paz nasce na mente. Cada pessoa, carrega a percepção, uma ideia íntima de paz moldada por sua história, que gradua a sua tolerância, sua capacidade de resiliência, sua empatia, entre outras.
    É preciso que a “razão”, no sentido mais elevado do termo, o pensamento mais puro, possa criá-la e fazê-la crescer em nós mesmos, até que ela se torne critério para nossas atitudes e comportamentos. Gonzaguinha estava certo ao ficar “com a pureza das respostas das crianças.”
    Temos uma oportunidade. Todos nós ainda temos essa criança dentro de nós. A infância não é uma fase temporal, é uma estrutura interna, disponível para ser resgatada quando quisermos. Quando a acessamos, nos libertamo-nos do aprisionamento de conceitos distorcidos e nos conectamos a uma consciência que é mais ampla, transcendente o ego.
    Podemos, então, estabelecer em nossas mentes o que é a PAZ? Não é simples, mas com coragem e desapego, é possível alcançá-la.
    Feito esse trabalho em nós mesmos, vem o coletivo: precisamos construir entre nós rotarianos, um entendimento comum sobre o que é a PAZ e como aplica-la em cada situação concreta. Só assim poderemos assumir, de fato, a paz como missão, pessoal e institucional.
    Portanto e de forma resumida, vejo dois desafios complementares:
    um pessoal que começa dentro de cada um de nós;
    e um coletivo, que ser realiza em Rotary.
    Como citado Paul Harris: “Enquanto existirem duas pessoas, o Rotary será necessário”. É, para mim, um dos símbolos de nossa interdependência.
    Precisamos de mais reflexões e provocações como a sua, Amigo Joper. Elas nos movem, nos inquietam e nos fazem crescer.
    Obrigado pelo espaço em seu Blog e parabéns pela profundidade e coragem de apresentação sobre a PAZ.
    Sérgio Carvalho
    Associado Representativo – RCRJ TIJUCA.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *